CAA/PR prestigia inauguração do Centro Judiciário de Curitiba

Cerimônia contou com a presença do presidente Artur Humberto Piancastelli, e da diretora Julia Gladis Lacerda Arruda

Diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados prestigia inauguração do Centro Judiciário de Curitiba, no bairro Ahú - Foto: Bebel Ritzmann
Diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados prestigia inauguração do Centro Judiciário de Curitiba, no bairro Ahú - Foto: Bebel Ritzmann

O presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná – CAA/PR, Artur Humberto Piancastelli, e a diretora Julia Gladis Lacerda Arruda, prestigiaram a inauguração do Centro Judiciário de Curitiba, construído pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), no local onde funcionava o presídio, no bairro Ahú, em Curitiba. A solenidade aconteceu na manhã da última sexta-feira (06). 

A cerimônia, conduzida pelo presidente do TJ-PR, Renato Braga Bettega, também contou com a presença do presidente da OAB Paraná, José Augusto Araújo de Noronha, e dos membros da diretoria Airton Molina, vice-presidente, Marilena Winter, secretária-geral, e Alexandre Quadros, secretário-geral adjunto. 

A obra concentra o Fórum Criminal e os Juizados Especiais em uma área de 26.293,31 m² que futuramente irá concentrar o Fórum Cível, cuja licitação para construção deverá ocorrer no final deste ano.

“Para a advocacia paranaense é um grande benefício, pois estamos há muitos anos utilizando diferentes sedes em diferentes regiões da capital para exercer nossas atividades, o que demanda um dispêndio grande de tempo, e após a construção do Fórum Cível no novo Centro Judiciário, este tempo será consideravelmente otimizado”, pontuou a diretora da CAA/PR, Julia Gladis Lacerda Arruda. 

De acordo com o presidente do TJ-PR, a inauguração é um novo marco do Tribunal de Justiça, “sempre visando melhorias ao Primeiro Grau de Jurisdição”. Bettega disse que o Tribunal dedica o local às pessoas um dia oprimidas e às que buscarão Justiça ali. “Esse espaço que antes foi um presídio, ressurge hoje como um lugar ao jurisdicionado. Construído em um lugar que um dia foi opressor e retorna como garantidor de direitos”, sublinhou.

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